Observando as relações sociais construídas vivenciamos uma época marcada pela fugacidade em que estas relações são destruídas, sejam elas amorosas,econômicas, culturais e etc. Queria detalhar no que tange a amorosidade dos nossos dias marcadas pelos encontros e transas casuais. Belchior nos alerta na sua canção Divina comédia Humana:”O amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual”.
Observando o trecho da canção de Belchior o amor é algo profundo, e por ter essa natureza é necessário o auto conhecimento, assim devemos nos remeter a frase socrática:”conhece-te a ti mesmo”. O sujeito para amar o próximo deve primeiro conhecer a si mesmo e ter amor próprio. Dessa forma ele terá um referencial de como ele deve amar o outro.
O referencial que ele vai construir a partir de si para amar o próximo não é requisito para uma projeção daquilo que você queira que o outro seja, pois deve existir o respeito a individualidade imanente a cada sujeito.O amor é um misto de profundidade, autoconhecimento e conhecimento do outro. Amar é conhecer a história do outro, pois só amamos aquilo que conhecemos.
Rafael dos Santos Oliveira
O amor ???????????????
ResponderExcluirRafinha, muito boa a sua postagem meu amigo e vamos que vamos...Pra frente e avante!
ResponderExcluirEah... amar é ñ ser egocêntrico. É ser meio São Francisco de Assis... Temos muitoo que aprender,viu!? Curti muito a postagem! E vamos q vamos, rsrs
ResponderExcluirReflita:
ResponderExcluirSer amado em excesso
Faz tão mal quanto não ser.(Padre Fábio de Melo)