quinta-feira, 21 de abril de 2011

O amor e a Divina Comédia Humana

  

   Observando as relações sociais construídas vivenciamos uma época marcada pela fugacidade em que estas relações são destruídas, sejam elas amorosas,econômicas, culturais e etc. Queria detalhar no que tange a amorosidade dos nossos dias marcadas pelos encontros e transas casuais. Belchior nos alerta na sua canção Divina comédia Humana:”O amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual”.

  Observando o trecho da canção de Belchior o amor é algo profundo, e por ter essa natureza é necessário o auto conhecimento, assim devemos nos remeter a frase socrática:”conhece-te a ti mesmo”. O sujeito para amar o próximo deve primeiro conhecer a si mesmo e ter amor próprio. Dessa forma ele terá um referencial de como ele deve amar o outro.

  O referencial que ele vai construir a partir de si para amar o próximo não é requisito para uma projeção daquilo que você queira que o outro seja, pois deve existir o respeito a individualidade imanente a cada sujeito.O amor é um misto de profundidade, autoconhecimento e conhecimento do outro. Amar é conhecer a história do outro, pois só amamos aquilo que conhecemos.

Rafael dos Santos Oliveira

4 comentários:

  1. Rafinha, muito boa a sua postagem meu amigo e vamos que vamos...Pra frente e avante!

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  2. Eah... amar é ñ ser egocêntrico. É ser meio São Francisco de Assis... Temos muitoo que aprender,viu!? Curti muito a postagem! E vamos q vamos, rsrs

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  3. Reflita:
    Ser amado em excesso
    Faz tão mal quanto não ser.(Padre Fábio de Melo)

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